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Temos como missão ter um país mais bem preparado para responder a emergências
Temos como missão ter um país mais bem preparado para responder a emergências
Temos como missão ter um país mais bem preparado para responder a emergências médicas e situações de paragem cardiorrespiratória.
Defendemos que 1/3 da população saiba fazer Suporte Básico de vida e que a taxa de Sobrevivência às paragens cardiorrespiratórias passe de 3% para 30% até 2030.
Para tal, identificámos:
• Ensino de SBV+DAE obrigatório por lei nas escolas
• Formação de SBV+DAE obrigatório para determinadas
profissões
• Mais sensibilização e mais Desfibrilhadores
Ensino de SBV+DAE para todos os alunos do 10º, 11º e 12º, uma vez por ano, 3 horas seguidas;
50% do tempo de prática, com 1 manequim e 1 simulador de DAE para cada aluno;
Lecionado por professores com formação certificada em SBV+DAE (curso ministrado por entidade formativa acreditada pelo INEM, com 1 dia de duração e 5 anos de validade);
Ensinado preferencialmente na disciplina de educação física;
Precedido de noções básicas de socorrismo na disciplina de oferta complementar no 7º. 8º e 9º;
Frequência obrigatória de formação certificada em SBV+DAE (curso ministrado por entidade formativa acreditada pelo INEM, com 1 dia de duração e 5 anos de validade) para:,
Médicos, enfermeiros, cardiopneumologistas, fisioterapeutas, dentistas, farmacêuticos, outros profissionais de saúde, bombeiros, treinadores e personal trainers, vigilantes, novos polícias, novos militares, novos
professores…
Promover campanhas de sensibilização sobre a prevenção e combate à morte subida cardíaca;
Alargar a lista de locais onde é obrigatório ter programas de DAE:
Ambulâncias de socorro, estabelecimentos de ensino, ginásios e recintos desportivos, farmácias, instalações empresariais e industriais, edifícios públicos, hotéis, praias….
Incentivar a utilização de DAE em caso de PCR (paragem cardiorrespiratória)
Nas situações de PCR encorajar o INEM (CODU) a ativar a rede nacional de programas de DAE (para se iniciar o socorro e desfibrilhação ainda antes da chegada do 112)
Definir como norma um mínimo de 6 operacionais DAE por cada desfibrilhador e tomar medidas para assegurar o funcionamento dos programas de DAE ao longo do tempo.